Chico Xavier viveu seus 92 anos no limite. Com um pé na terra e outro no além, fechou os olhos e pôs no papel poemas, crônicas, mensagens. Em mais de 400 livros psicografados, mortos ilustres e anônimos consolaram os vivos, pregaram a paz e estimularam a caridade. Para os milhares de admiradores fervorosos, foi um santo. Para os descrentes, no mínimo um personagem intrigante. Em 2002, o médium que foi eleito um dos brasileiros mais importantes do século XX encerrou sua missão. Multidões formaram filas para se despedir de um homem que foi enaltecido e insultado, indicado para o Prêmio Nobel da Paz e alvo de faca e revólver. Desprezado por intelectuais, adulado por poderosos, Chico Xavier viveu imune a uns e outros. Virou mito. E, depois de morto, um capítulo da história escrito pelo jornalista Marcel Souto Maior.As vidas de Chico Xavier - Marcel Souto Maior.
Eu tenho que falar: Amei a capa deste livro. E com certeza, também amarei o conteúdo do mesmo. Começando a lê-lo hoje. ;)
Curiosidade: Chico Xavier disse, antes de morrer, que no dia de sua morte o Brasil estaria em festa, feliz. No dia 30 de junho de 2002, enquanto o Brasil comemorava o pentacampeonato de futebol, o coração de Chico parou.
"Chico morreu em casa, como queria, sem dor nem sofrimento." "Pouco antes de dormir, ergueu as mãos para o alto, como sempre fazia, e rezou pela última vez."
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